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da Lu.

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Meus " 50 " km chegando....


Boa noite amados
amigos e amigas blogueiras estarei a partír de amanhã dia 18 já comemorando os meus 5.0 que farei no dia 20 ( segunda), é sério,
não acreditam???
nem eu , rsrs
Como disse uma querida amiga , que a idade está na mente das pessoas e o que importa é qual a idade que a pessoa se sente, então estou bem, sinto-me como se tivesse fazendo 40, se falasse menos seria exagero de auto estima não acham?
Escuto sempre do meu marido e de meus irmãos que não pareço a idade que tenho , que estou muito " enxuta" para essa idade, e quer saber, às vezes até acredito neles !!
Uns dizem que é porque não tive filhos, outros que eu me cuido com hidro , ginástica de alongamento e alimentação, acho que tudo influencia.
Pretendia há uns meses atrás, dar uma senhora festança , alugar casa de festa e tudo.. vamos combinar? cinquentinha só se faz uma vez não é mesmo? mas foi chegando o mês de Junho e caindo um desânimo , um pesinho de 50 kg caindo sobre meus ombros, para organizar tudo .
Meu maridão sugeriu um passeio e eu aceitei , pronto combinado, amo viajar e fotografar tudo que acho bonito pela frente.
Festa posso dar nos 51, 52, 53.... e quantos mais Deus me permitir.
Amados até a volta, voltarei com ares diferentes, sem sair da realidade,
mas com uma nova e linda idade com a benção de Deus.

Beijos e abraços
com muito carinho da
Lu.

Abaixo uma parte do texto do site www.maisde50.com.br
Velho, eu?
O envelhecimento não está na idade, e sim em como você se sente em relação a ela
A idade está nos olhos de quem a vê. O envelhecimento é um processo natural que acontece a partir do momento do nascimento. No entanto, muitas pessoas ainda o encaram de maneira pejorativa, associando-o a doenças e à proximidade com a morte. Na realidade, a velhice não está associada somente à idade que consta na carteira de identidade, mas também a outros fatores, como o psicológico e o social. Conversamos com um especialista para entender exatamente o que é envelhecer.

O envelhecimento não acontece dentro dos padrões, bem como não existe uma idade definida para demarcar o momento que uma pessoa passa a ser considerada idosa. De acordo com o psicólogo, doutor em Medicina Psicossomática e diretor científico do Instituto Paulista de Estresse, Esdras Guerreiro Vasconcelos, “existem três fatores que definem a questão da velhice: a idade fisiológica, a social e a psicológica. Geralmente, a fisiológica aparece a partir da faixa dos 45 ou 50 anos, que é quando os hormônios começam a sofrer as variações. Sociologicamente, as mulheres começam a envelhecer aos 30 anos, quando concebem a ideia de iniciar uma família. Psicologicamente, portanto, homens e mulheres têm a sensação do envelhecimento somente aos 60, pois ainda se sentem com o vigor e a disposição que tinham quando eram mais jovens e, consequentemente, não se sentem velhos”.

Para a mulher, o envelhecimento pode ser excepcionalmente cruel. Segundo Esdras, “a mulher é educada de acordo com um padrão de beleza desde o seu desenvolvimento e, quando não se encaixa nesse padrão considerado ideal, sente-se mal com sua aparência. Na sociedade moderna, cultuamos a beleza da juventude feminina e o envelhecimento a retira desse padrão e ela passa a sentir-se mal com sua autoimagem. Além disso, existem dois fatores críticos que têm influência direta na sensação de beleza e juventude: o metabolismo e o balanço hormonal”.

Constantemente, somos bombardeados com os malefícios do estresse na saúde. Pois bem, o estresse também afeta a beleza. “Grande parte dos hormônios ligados ao estresse ficam alojados nos músculos e na pele. Pessoas muito estressadas têm aparência mais envelhecida, pois esses hormônios têm efeito direto no envelhecimento desse órgão. E geralmente sofrem com alergias e eczemas, que são placas de irritabilidade, agilizando o processo de degradação das células. Esses hormônios influenciam na mudança na coloração dos pelos, que estão enraizados na pele, deixando-os brancos”, explica o especialista.
Mas os hormônios também podem ser grandes aliados na manutenção da juventude. Como fazer para liberá-los no organismo? Bem, o sexo pode ajudar bastante. “Os hormônios que preparam o organismo para a relação sexual também são hormônios de rejuvenescimento. Quando a pessoa tem uma vida sexual ativa, gostosa, prazerosa, com orgasmos e satisfação, tem uma produção maior de dopamina e ocitocina. Eles têm uma influência grande sobre a pele, dando brilho e elasticidade, contribuindo para seu rejuvenescimento. A mulher com vida sexual satisfatória tem aparência mais alegre e uma pele mais gostosa. Isso contribui para o embelezamento”, explica Esdras.

Após a menopausa, no entanto, a produção de hormônios diminui. Muitas mulheres acreditam que é esse fator que contribui para uma aparência mais envelhecida. Segundo o especialista, no entanto, isso é mais psicológico do que fisiológica. “A testosterona é um hormônio estimulador do apetite sexual que existe em diferentes quantidades nos dois sexos. Na mulher, na junção da testosterona com estrogênio, acontece uma degradação da testosterona. A partir da menopausa, ela produz bem menos estrogênio. Ela, supostamente, deveria ter mais apetite sexual do que em toda a vida dela. Culturalmente, no entanto, criamos a cultura da juventude. No consciente coletivo, a mulher idosa não é bonita. Isso inibe seu apetite sexual, que deveria ser potencializado após a menopausa. Se ela não se livrar desse conceito, terá uma maior sensação de envelhecimento”, esclarece.

Como deu para perceber, a velhice não é uma questão que pode ser pontuada por um ou dois fatores principais e o psicológico pode afetar mais do que se imagina. “A ideia que se tem de homens e mulheres idosas é diferente. No homem, a maturidade é prestigiada pela sociedade. Troca-se a beleza pela experiência e condição financeira. No caso da mulher, a idade ainda está associada à decadência física, daí o receio de revelar o ano de nascimento. No entanto, uma mulher com boa experiência de vida, alegre, será sempre interessante, não importa a idade. A beleza interior é contagiante”, finaliza Esdras Vasconcelos.

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